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sábado, 5 de novembro de 2011

A voz da alma

Não tento controlar a caneta
No papel ela quer passear
Num passeio muito interessante
Onde ajuda a alma falar


A alma fala também pelos olhos
Que é o descuido de um olhar
A alma que ninguém conhece
Por ali então, pode-se espiar


Espiando, a visão é limitada
Não se pode entender a totalidade
A imaginação toma conta do resto
E o espião usa a criatividade


Lendo o que alguém escreveu
Pensa, entender sua alma
Mas ocorre um ledo engano
Pois a raiva se expressa na calma


Pode-se entender o raciocínio
Mas jamais um coração
Que veio ao mundo apenas
Para amar e guardar emoção.


Sidney Tavares de Avila
06/10/11 

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