Mulher, um universo desconhecido
Que jamais poderei entender
Do ventre que fui concebido
Trouxe apenas a dúvida à tecer
Loiras, morenas e ruivas
Todas únicas, de valor sem igual
Não importa nem a cor da pele
A receptividade lhe é original
Hoje quase comandam o mundo
Com uma força escomunal
Mas ainda buscam no homem
Encontrar como parceiro ideal
Independência é a sua bandeira
Conquistando novos horizontes
Mas quem tem sensibilidade e queira
Pode envolvê-la com um romance
Já vi resistentes e duras
Masculinas e até viril
Mas ainda não conheci alguma
Que de um verdadeiro amor, fugiu.
Sidney Tavares de Avila
07/10/11
Um veículo. Uma maneira de dividir através de rimas, ou audaciosamente chamar de poesias, minhas inspirações,que rompem do meu ser. Para acessá-las apenas preciso abrir uma janela interior e a chave dessa janela é papel, caneta e o "parar" para isso.
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sábado, 5 de novembro de 2011
A voz da alma
Não tento controlar a caneta
No papel ela quer passear
Num passeio muito interessante
Onde ajuda a alma falar
A alma fala também pelos olhos
Que é o descuido de um olhar
A alma que ninguém conhece
Por ali então, pode-se espiar
Espiando, a visão é limitada
Não se pode entender a totalidade
A imaginação toma conta do resto
E o espião usa a criatividade
Lendo o que alguém escreveu
Pensa, entender sua alma
Mas ocorre um ledo engano
Pois a raiva se expressa na calma
Pode-se entender o raciocínio
Mas jamais um coração
Que veio ao mundo apenas
Para amar e guardar emoção.
Sidney Tavares de Avila
06/10/11
No papel ela quer passear
Num passeio muito interessante
Onde ajuda a alma falar
A alma fala também pelos olhos
Que é o descuido de um olhar
A alma que ninguém conhece
Por ali então, pode-se espiar
Espiando, a visão é limitada
Não se pode entender a totalidade
A imaginação toma conta do resto
E o espião usa a criatividade
Lendo o que alguém escreveu
Pensa, entender sua alma
Mas ocorre um ledo engano
Pois a raiva se expressa na calma
Pode-se entender o raciocínio
Mas jamais um coração
Que veio ao mundo apenas
Para amar e guardar emoção.
Sidney Tavares de Avila
06/10/11
Vida de ilusão
O escrever, o escrever é algo interessante, é conhecimento e inspiração, pode ser feito por todo mundo, mas só alguns que prestam essa atenção.
Sentimentos profundos, pensamentos que vão para o papel, uma forma de expressar aquilo que está coberto por um véu.
Coberto por véu o que o homem sente, e, desde criança aprendeu esconder. Menino! Homem não chora, nem que seja ferido o seu mais íntimo ser.
Nascemos perfeitos e feliz, todos iluminados por Deus, feito sua imagem e semelhança, que os adultos negam desde criança.
Estragados seguimos vivendo, porque a luz encoberta não se apagou, depois de tempos o adulto infeliz pode redescobrir, o porque Deus o criou.
Quando a descoberta acontece, o Amor se espalha no ar, redescobre a vida Divina, que no seu coração nunca deixou de habitar.
Ainda falta a coragem para rasgar o manto de véu e gritar para todo o mundo:
Pessoas, acordem, não existe outro céu.
Sidney Tavares de Avila
06/10/11
Sentimentos profundos, pensamentos que vão para o papel, uma forma de expressar aquilo que está coberto por um véu.
Coberto por véu o que o homem sente, e, desde criança aprendeu esconder. Menino! Homem não chora, nem que seja ferido o seu mais íntimo ser.
Nascemos perfeitos e feliz, todos iluminados por Deus, feito sua imagem e semelhança, que os adultos negam desde criança.
Estragados seguimos vivendo, porque a luz encoberta não se apagou, depois de tempos o adulto infeliz pode redescobrir, o porque Deus o criou.
Quando a descoberta acontece, o Amor se espalha no ar, redescobre a vida Divina, que no seu coração nunca deixou de habitar.
Ainda falta a coragem para rasgar o manto de véu e gritar para todo o mundo:
Pessoas, acordem, não existe outro céu.
Sidney Tavares de Avila
06/10/11
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Teoria e prática
A poesia é profunda
Ela fala por muitos sinais
Quando não encontro palavras
Pra expressar, o que tanto me (in)satisfaz
Comunica histórias e sentimentos
Este é o meu estilo de escrever
Expressando profundamente
O interior deste meu "ser"
Não busquei isso em escolas
É uma arte original
Não precisando ser comparada
A nenhum artista internacional
A arte é expressão
Mas a mídia vai distorcendo
A transformando em especulação
Que o objetivo de muitas, vai se perdendo
Está enrustido ser famoso?
Apreciado por um sem n° de fãs
Foi o que me surgiu agora
Se és honesto assuma, ou vá pro divã
Na verdade a intenção
É falar do amor pra muita gente
Mas, produtivo será
Praticá-lo por todo o sempre.
19/10/11
Ela fala por muitos sinais
Quando não encontro palavras
Pra expressar, o que tanto me (in)satisfaz
Comunica histórias e sentimentos
Este é o meu estilo de escrever
Expressando profundamente
O interior deste meu "ser"
Não busquei isso em escolas
É uma arte original
Não precisando ser comparada
A nenhum artista internacional
A arte é expressão
Mas a mídia vai distorcendo
A transformando em especulação
Que o objetivo de muitas, vai se perdendo
Está enrustido ser famoso?
Apreciado por um sem n° de fãs
Foi o que me surgiu agora
Se és honesto assuma, ou vá pro divã
Na verdade a intenção
É falar do amor pra muita gente
Mas, produtivo será
Praticá-lo por todo o sempre.
19/10/11
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Teatro da vida real
Há momentos em que a vida aplica
Certas peças em seus personagens
Trocando as cenas que já estavam vividas
Por novas situações, que parece não ter vantagens
Isso mexe com nosso conforto
Quando acontece, provoca uma dor
Mas a experiência de outra épocas
Faz-me lembrar, que eu sou o autor
Como escrevi a outra história
Mas alguma coisa mudou o roteiro
Preciso agir rápido, porém com sabedoria
Pois o elenco e a plateia, esperam com anseio
Como agir e ser assertivo
Para que todos possam acompanhar
Alguns não são tão ativos
E o final, feliz, tem que encerrar
Tento encarnar um samurai
Que na observação está o seu golpe fatal
Porém destreza e habilidade
Fazem parte do ingrediente principal
Aprendo com tragédias e surpresas
Talvez seja a maior lição
Movimentar e ser criativo
Se não estiver disposto, é melhor ir pro caixão
13/10/11
Certas peças em seus personagens
Trocando as cenas que já estavam vividas
Por novas situações, que parece não ter vantagens
Isso mexe com nosso conforto
Quando acontece, provoca uma dor
Mas a experiência de outra épocas
Faz-me lembrar, que eu sou o autor
Como escrevi a outra história
Mas alguma coisa mudou o roteiro
Preciso agir rápido, porém com sabedoria
Pois o elenco e a plateia, esperam com anseio
Como agir e ser assertivo
Para que todos possam acompanhar
Alguns não são tão ativos
E o final, feliz, tem que encerrar
Tento encarnar um samurai
Que na observação está o seu golpe fatal
Porém destreza e habilidade
Fazem parte do ingrediente principal
Aprendo com tragédias e surpresas
Talvez seja a maior lição
Movimentar e ser criativo
Se não estiver disposto, é melhor ir pro caixão
13/10/11
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
A natureza
Jamais se viu tanta beleza
Reunida em qualquer criação
Desde planta, insetos ou animais
O homem derivou, mas trouxe a razão
Razão, para que serve isso?
Se a harmonia e a beleza impera
Em todos os reinos reunidos
Sobrevive, nutre e procria há eras
Pensando deter sabedoria
O homem, ignorante, desbravou
Rios, matas e a galaxia
Mas num quesito ele travou
No detalhe, mais próximo de ti
Ele ainda quer desvendar
Descarta foguete, barcos ou máquinas
Basta fechar os olhos e olhar
Humano! Desbrave o seu interior
Que não necessita sequer viajar
Depare com tamanha ganância
Que é a razão da natureza, você degradar.
7/10/11
Reunida em qualquer criação
Desde planta, insetos ou animais
O homem derivou, mas trouxe a razão
Razão, para que serve isso?
Se a harmonia e a beleza impera
Em todos os reinos reunidos
Sobrevive, nutre e procria há eras
Pensando deter sabedoria
O homem, ignorante, desbravou
Rios, matas e a galaxia
Mas num quesito ele travou
No detalhe, mais próximo de ti
Ele ainda quer desvendar
Descarta foguete, barcos ou máquinas
Basta fechar os olhos e olhar
Humano! Desbrave o seu interior
Que não necessita sequer viajar
Depare com tamanha ganância
Que é a razão da natureza, você degradar.
7/10/11
Missão
Escrever como recado
Para alguém especial
Não precisa ser ensaiado
Para transmitir algo real
Especial é quem está lendo
Não subjugando quem escreveu
Pois o recado é para o mundo
Mas apenas entende, quem já transcendeu
Ultrapassar a barreira da vida
Nem que seja de forma imaginária
Permite a quem faz, uma saída
Para alcançar o alto da glória
Isso é apenas um começo
Para testar a sensibilidade
Permitir tocar seu coração
Através da simplicidade
Papel, caneta e inspiração
São as armas de um poeta
Para traduzir o recado então
E deixar cumprida sua tarefa
Tarefa que nunca termina
A responsabilidade ultrapassa os tempos
Sobrevivendo semeando o amor
Desde o mais velho, até o mais novo dos rebentos
12/10/11
Para alguém especial
Não precisa ser ensaiado
Para transmitir algo real
Especial é quem está lendo
Não subjugando quem escreveu
Pois o recado é para o mundo
Mas apenas entende, quem já transcendeu
Ultrapassar a barreira da vida
Nem que seja de forma imaginária
Permite a quem faz, uma saída
Para alcançar o alto da glória
Isso é apenas um começo
Para testar a sensibilidade
Permitir tocar seu coração
Através da simplicidade
Papel, caneta e inspiração
São as armas de um poeta
Para traduzir o recado então
E deixar cumprida sua tarefa
Tarefa que nunca termina
A responsabilidade ultrapassa os tempos
Sobrevivendo semeando o amor
Desde o mais velho, até o mais novo dos rebentos
12/10/11
Caminho
Foi acionado um novo mecanismo
De fazer até um homem chorar
Não existe nem na indústria
E não tem como desligar
O papel, a caneta e a inspiração
Essa é a nova ferramenta
Que quebra até o coração
De quem permite e experimenta
Sente aqui e me diga o que doi
Posso lhe trazer o remédio agora
Basta você querer falar
O que tanto você ignora
Esta é a parte mais complicada
Não assumir sua frustração
São gigantes e fantasiada
Que você se sente um bobão
Para mim você pode se abrir
Pois sou mais louco do que você
Aqui a sanidade foi embora
E eu nem preciso saber o porque.
out 2008
De fazer até um homem chorar
Não existe nem na indústria
E não tem como desligar
O papel, a caneta e a inspiração
Essa é a nova ferramenta
Que quebra até o coração
De quem permite e experimenta
Sente aqui e me diga o que doi
Posso lhe trazer o remédio agora
Basta você querer falar
O que tanto você ignora
Esta é a parte mais complicada
Não assumir sua frustração
São gigantes e fantasiada
Que você se sente um bobão
Para mim você pode se abrir
Pois sou mais louco do que você
Aqui a sanidade foi embora
E eu nem preciso saber o porque.
out 2008
Vazio
Ficou uma página em branco
Vou preenchê-la com alegria
Falando do mundo, num lado bem franco
Para vivermos só neste dia
Enquanto respiro o pulmão se enche
Do ar que acalma e também impulsiona
O que recolhe dentro da alma
E também o que o coração se emociona
Palavras ao vento sopradas ao léo
É o resultado de um mundo sem véu
Transparente como água cristalina
Ou nuvens branquinhas soltas no céu
Não existe um passatempo melhor
Do que ver figuras nessas coisas tão simples
Perca seu tempo fazendo só isso
Pois viverás momentos distintos
Momentos esses, que não se compara
Com nada que você possa tentar fazer
Afinal de contas a pureza é rara
Mas uma criança tem isso a perder
out 2008
Vou preenchê-la com alegria
Falando do mundo, num lado bem franco
Para vivermos só neste dia
Enquanto respiro o pulmão se enche
Do ar que acalma e também impulsiona
O que recolhe dentro da alma
E também o que o coração se emociona
Palavras ao vento sopradas ao léo
É o resultado de um mundo sem véu
Transparente como água cristalina
Ou nuvens branquinhas soltas no céu
Não existe um passatempo melhor
Do que ver figuras nessas coisas tão simples
Perca seu tempo fazendo só isso
Pois viverás momentos distintos
Momentos esses, que não se compara
Com nada que você possa tentar fazer
Afinal de contas a pureza é rara
Mas uma criança tem isso a perder
out 2008
Velho sábio
Um velho me pediu sorrindo
Um pedaço de meu papel
Onde escreveria a receita
Para se viver perto do céu
Lhe atendi o pedido
Com carinho e atenção
Mas esperando não ser iludido
Como um idiota e bobalhão
A resposta veio imediata
Para você viver perto do céu
Não precisa ser astronauta
Nem morar num arranhacéu
Simplesmente abra seu coração
Livre-se de toda angústia e rancor
Humildade é o ponto forte
Para o ego parar de ser o Doutor
out 2008
Um pedaço de meu papel
Onde escreveria a receita
Para se viver perto do céu
Lhe atendi o pedido
Com carinho e atenção
Mas esperando não ser iludido
Como um idiota e bobalhão
A resposta veio imediata
Para você viver perto do céu
Não precisa ser astronauta
Nem morar num arranhacéu
Simplesmente abra seu coração
Livre-se de toda angústia e rancor
Humildade é o ponto forte
Para o ego parar de ser o Doutor
out 2008
Saudade
Uma filha que mora longe
Distante da casa do pai
Buscando o seu caminho
Que vai trilhando bem devagar
Devagar se vai ao longe
Assim o ditado nos diz
Mas dentro de um coração
Não se encontra totalmente feliz
Os caminhos são tortuosos
Vale a pena a gente sofrer
Pois os filhos que não são nossos
O que fazemos é conceber
Sorte, Fé e Coragem
Responsabilidade e Determinação
São palavras que estão presentes
Sempre em nossa comunicação
out/2008
Distante da casa do pai
Buscando o seu caminho
Que vai trilhando bem devagar
Devagar se vai ao longe
Assim o ditado nos diz
Mas dentro de um coração
Não se encontra totalmente feliz
Os caminhos são tortuosos
Vale a pena a gente sofrer
Pois os filhos que não são nossos
O que fazemos é conceber
Sorte, Fé e Coragem
Responsabilidade e Determinação
São palavras que estão presentes
Sempre em nossa comunicação
out/2008
Pobreza Interior
Sinto uma necessidade de escrever
Transformar tudo em letras
Tudo que se passa na minha cabeça
Aqui tá parecendo Hollywood
Filme, fantasias e tudo mais
Mas não pretendo me tornar um Robin Wood
Por que alimentar os pobres não serei capaz
Quando o pobre passa fome
Pode-se saciar com alimento
Mas quando sua alma o consome
É onde começa todo o tormento
Pobres existem em todo lugar
Dentro dos condomínios e em todo sistema solar
Mas onde ele mais incomoda
É dentro da gente, onde ele é capaz
Entrar em contato com o conteúdo
Interno que todos nós temos
É sempre um grande infortúnio
Porque é lá que nós nos escondemos
A loucura é uma real
Simplesmente se oculta e não faz nenhum mal
Mas a hipocrisia que toma conta
Faz do umbigo, algo principal
out/08
Transformar tudo em letras
Tudo que se passa na minha cabeça
Aqui tá parecendo Hollywood
Filme, fantasias e tudo mais
Mas não pretendo me tornar um Robin Wood
Por que alimentar os pobres não serei capaz
Quando o pobre passa fome
Pode-se saciar com alimento
Mas quando sua alma o consome
É onde começa todo o tormento
Pobres existem em todo lugar
Dentro dos condomínios e em todo sistema solar
Mas onde ele mais incomoda
É dentro da gente, onde ele é capaz
Entrar em contato com o conteúdo
Interno que todos nós temos
É sempre um grande infortúnio
Porque é lá que nós nos escondemos
A loucura é uma real
Simplesmente se oculta e não faz nenhum mal
Mas a hipocrisia que toma conta
Faz do umbigo, algo principal
out/08
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Única certeza
A morte é o maior mistério
Que a vida nos colocou
Morrer é a única certeza
Que o ser humano criou
O medo caminha junto
Com a vida em todo lugar
Uns buscam garantia
Para da morte se afastar
Ilusão maior não existe
No inconsciente a se enganar
Garantir o impossível
A vida pra sempre reinar
De que vale ficar vivo
Se não sabemos nem viver
Vivemos a vida dos outros
Vivemos o mal querer
Pára humanidade, pára
Olhe apenas a vida que há
A vida é aqui e agora
Seja feliz, outro momento não existirá
Que a vida nos colocou
Morrer é a única certeza
Que o ser humano criou
O medo caminha junto
Com a vida em todo lugar
Uns buscam garantia
Para da morte se afastar
Ilusão maior não existe
No inconsciente a se enganar
Garantir o impossível
A vida pra sempre reinar
De que vale ficar vivo
Se não sabemos nem viver
Vivemos a vida dos outros
Vivemos o mal querer
Pára humanidade, pára
Olhe apenas a vida que há
A vida é aqui e agora
Seja feliz, outro momento não existirá
Sonho de menina
A música é agradável
A voz e o violão me distrai
Não entendendo direito a letra
No tempo a saudade se vai
Viajando no tempo vivido
A música marca uma época
Com o coração partido
Relembro quando era muleca
Pequena, inocente e sincera
Qualidades de uma criança
Apaixonada pelo som juvenil
Embalava o amor numa dança
Preparando o meigo coração
Para ao príncipe entregar
É o sonho de toda menina
Quando está a enamorar
Para o sonho não tornar ilusão
O importante é acreditar
Que é o amor que rege a vida
E o seu, uma hora vai chegar
A voz e o violão me distrai
Não entendendo direito a letra
No tempo a saudade se vai
Viajando no tempo vivido
A música marca uma época
Com o coração partido
Relembro quando era muleca
Pequena, inocente e sincera
Qualidades de uma criança
Apaixonada pelo som juvenil
Embalava o amor numa dança
Preparando o meigo coração
Para ao príncipe entregar
É o sonho de toda menina
Quando está a enamorar
Para o sonho não tornar ilusão
O importante é acreditar
Que é o amor que rege a vida
E o seu, uma hora vai chegar
Ao léo
Sem motivo os versos nascem
Do vazio, vão para o papel
Embasados em nada menos
Que os pensamentos soltos ao léo
Tomam sentido e até formas
Como um quebra-cabeças, começam formar
Algo surpreendente e inusitado
As palavras que estou a grafar
Está tudo pronto em algum arquivo
O meu trabalho é reunir
Do nada que vem surgindo
A poesia que está a seguir
O medo não se apodera
De alguma coisa que possa errar
Na vida somente não erra
Aquele que não se pôs a tentar
Tentativa gera ansiedade
Que é o medo de não sei o quê
Se o objetivo não é acertar
Então não tenho o que temer
Do vazio, vão para o papel
Embasados em nada menos
Que os pensamentos soltos ao léo
Tomam sentido e até formas
Como um quebra-cabeças, começam formar
Algo surpreendente e inusitado
As palavras que estou a grafar
Está tudo pronto em algum arquivo
O meu trabalho é reunir
Do nada que vem surgindo
A poesia que está a seguir
O medo não se apodera
De alguma coisa que possa errar
Na vida somente não erra
Aquele que não se pôs a tentar
Tentativa gera ansiedade
Que é o medo de não sei o quê
Se o objetivo não é acertar
Então não tenho o que temer
Funeral
Quando um dia eu partir
Como muitos já o fizeram
Pretendo deixar um recado
Para todos que não me quiseram
Não percam esta oportunidade
De me ver pela última vez
Para poder ter a certeza
De que uma inimizade se desfez
Soltem fogos, balões e alegria
Para vibrar em meu funeral
Alguns comemoram o alivio
E outros, a partida de um amigo leal
Mas isso não importa tampouco
Pois na festa, o festejado não está
Rindo muito, feito um louco
De algum lugar estarei a acompanhar
Acompanhando e vendo as caras
De cada um que ainda está
Neste mundo um tanto maluco
Que nele meu recado ficará
"O Funeral da alegria"
Assim o defunto pedia em vida
Reuna algumas pessoas
Para testemunhar esta partida
Como muitos já o fizeram
Pretendo deixar um recado
Para todos que não me quiseram
Não percam esta oportunidade
De me ver pela última vez
Para poder ter a certeza
De que uma inimizade se desfez
Soltem fogos, balões e alegria
Para vibrar em meu funeral
Alguns comemoram o alivio
E outros, a partida de um amigo leal
Mas isso não importa tampouco
Pois na festa, o festejado não está
Rindo muito, feito um louco
De algum lugar estarei a acompanhar
Acompanhando e vendo as caras
De cada um que ainda está
Neste mundo um tanto maluco
Que nele meu recado ficará
"O Funeral da alegria"
Assim o defunto pedia em vida
Reuna algumas pessoas
Para testemunhar esta partida
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Caminhos do Amor
Falar de amor é muito bonito
Falam em poesia e em canção
Também muitos se atrevem
A falar pela religião
Todos os caminhos, são caminhos
Que é possível levar o amor
Mas somente é viável
Aquele que não se vai por favor
A liberdade é o ponto forte
Que decidimos seguir por querer
Não se iluda e não atribua sorte
Aquele que você acha que vai te prover
A busca é o caminho real
Acreditando que vai encontrar
O que tanto procuravas
Olhe, dentro de tí, que é o lugar
Falam em poesia e em canção
Também muitos se atrevem
A falar pela religião
Todos os caminhos, são caminhos
Que é possível levar o amor
Mas somente é viável
Aquele que não se vai por favor
A liberdade é o ponto forte
Que decidimos seguir por querer
Não se iluda e não atribua sorte
Aquele que você acha que vai te prover
A busca é o caminho real
Acreditando que vai encontrar
O que tanto procuravas
Olhe, dentro de tí, que é o lugar
Minha neta
Menina ainda, é a sua mãe
A luz ela te deu
Navegando num mundo novo
Uma nova história, ali nasceu
Entretanto não foi sozinha
Levou alguém em seu coração
Alexandre é o seu nome, que consagrou-se o seu Paizão
A luz ela te deu
Navegando num mundo novo
Uma nova história, ali nasceu
Entretanto não foi sozinha
Levou alguém em seu coração
Alexandre é o seu nome, que consagrou-se o seu Paizão
O Retorno
Há tempos a poesia se afastou
Pensei que jamais iria voltar
Correndo por todos os lados
Não imaginava o seu regressar
Retornou mansa, porém intensa
Com uma intensidade sem igual
Relembrando tempos outrora
Que vivi a insanidade total
Hoje creio estar são
Mas isso não posso afirmar
Pois neste mundo de insanos
É arriscado querer se isolar
Brincando com letras e rimas
De repente algo emergiu
Inspiração, poesias ou ruínas
Mas o alívio com ela surgiu
Sentido talvez não exista
Mas o coração está a pulsar
Este sinal, tudo indica
Que a vida está a passar
Passando ela é única
E com certeza não vai voltar
Um pouco de alegria agora
É o combustível para o próximo respirar
Pensei que jamais iria voltar
Correndo por todos os lados
Não imaginava o seu regressar
Retornou mansa, porém intensa
Com uma intensidade sem igual
Relembrando tempos outrora
Que vivi a insanidade total
Hoje creio estar são
Mas isso não posso afirmar
Pois neste mundo de insanos
É arriscado querer se isolar
Brincando com letras e rimas
De repente algo emergiu
Inspiração, poesias ou ruínas
Mas o alívio com ela surgiu
Sentido talvez não exista
Mas o coração está a pulsar
Este sinal, tudo indica
Que a vida está a passar
Passando ela é única
E com certeza não vai voltar
Um pouco de alegria agora
É o combustível para o próximo respirar
Ledo engano
Não tento controlar a caneta
No papel ela quer passear
Num passeio muito interessante
Onde ajuda a alma falar
A alma fala também pelos olhos
Que é o descuido de um olhar
A alma ningúem conhece
Por ali então pode se espiar
Espiando a visão é limitada
Não pode entender a totalidade
A imaginação toma conta do resto
E o espião usa a criatividade
Lendo o que alguém escreveu
Pensa entender sua alma
Mas ocorre um ledo engano
Pois a raiva se expressa na calma
Pode-se entender o raciocínio
Mas jamais um coração
Que veio ao mundo apenas
Para amar e guardar emoção
No papel ela quer passear
Num passeio muito interessante
Onde ajuda a alma falar
A alma fala também pelos olhos
Que é o descuido de um olhar
A alma ningúem conhece
Por ali então pode se espiar
Espiando a visão é limitada
Não pode entender a totalidade
A imaginação toma conta do resto
E o espião usa a criatividade
Lendo o que alguém escreveu
Pensa entender sua alma
Mas ocorre um ledo engano
Pois a raiva se expressa na calma
Pode-se entender o raciocínio
Mas jamais um coração
Que veio ao mundo apenas
Para amar e guardar emoção
Único
Um estilo nasce e é único
Não precisa nem classificar
Isso não se aprende na escola
É uma característica peculiar
Uma decepção para o humano
É se ver e ter que se igualar
Comparando uns com os outros
O infortúnio começa a reinar
Somos únicos, grita a digital
Incomparável, reclama o DNA
Mas os estudiosos ainda insistem
Em comparar o que não há
Comparando nasce a dúvida
Será que existe outro melhor
Imagine a trizteza de um jardim
Uma linda rosa, se achando a pior
Seja simplesmente você
É o que sempre falo pra mim
Lembrando que eu sou só eu
Me conformo que serei assim até o fim.
Não precisa nem classificar
Isso não se aprende na escola
É uma característica peculiar
Uma decepção para o humano
É se ver e ter que se igualar
Comparando uns com os outros
O infortúnio começa a reinar
Somos únicos, grita a digital
Incomparável, reclama o DNA
Mas os estudiosos ainda insistem
Em comparar o que não há
Comparando nasce a dúvida
Será que existe outro melhor
Imagine a trizteza de um jardim
Uma linda rosa, se achando a pior
Seja simplesmente você
É o que sempre falo pra mim
Lembrando que eu sou só eu
Me conformo que serei assim até o fim.
O trio
A caneta brinca com o papel
Faz cócegas em todo seu ser
Vai surgindo algo novo
Umas rimas estou a tecer
Mas quem sou eu nessa história
Onde só existem dois personagens
A caneta e o papel
Que criam algumas imagens
Mas eles sozinhos, não têm vida
Não conseguiriam se expressar
Então completamos uma trindade
E algo novo surge no ar
Neste trio existe uma vida
De repente um despertar
Com rimas improvisadas
As cócegas em riso vão se transformar
O papel fala assim
Pára, pára que não aguento mais
Estou rindo desses dois tontos
Que não param de me alisar
Faz cócegas em todo seu ser
Vai surgindo algo novo
Umas rimas estou a tecer
Mas quem sou eu nessa história
Onde só existem dois personagens
A caneta e o papel
Que criam algumas imagens
Mas eles sozinhos, não têm vida
Não conseguiriam se expressar
Então completamos uma trindade
E algo novo surge no ar
Neste trio existe uma vida
De repente um despertar
Com rimas improvisadas
As cócegas em riso vão se transformar
O papel fala assim
Pára, pára que não aguento mais
Estou rindo desses dois tontos
Que não param de me alisar
SATISFAÇÃO
Me sinto bem escrevendo
Não penso em ter que parar
Dentro de mim existe um acervo
Que agora posso acessar
Encontrei a chave perdida
Que alguém um dia escondeu
Ainda descubro essa maldita
Que jogou a chave dentro do breu
Para resgatá-la precisei me sujar
Meter a mão naquela lameira
Tateando num escuro sem fim
Para novamente começar a brincadeira
Quem lê, não entende patavina
Do que falo pelo papel
Só eu sei do que escrevo
Pois está no acervo, que me é fiel
Fiel por que guardou direitinho
Toda a riqueza que acumulei
Passagens d e toda uma vida
É a minha herança, tudo que eu herdei.
Não penso em ter que parar
Dentro de mim existe um acervo
Que agora posso acessar
Encontrei a chave perdida
Que alguém um dia escondeu
Ainda descubro essa maldita
Que jogou a chave dentro do breu
Para resgatá-la precisei me sujar
Meter a mão naquela lameira
Tateando num escuro sem fim
Para novamente começar a brincadeira
Quem lê, não entende patavina
Do que falo pelo papel
Só eu sei do que escrevo
Pois está no acervo, que me é fiel
Fiel por que guardou direitinho
Toda a riqueza que acumulei
Passagens d e toda uma vida
É a minha herança, tudo que eu herdei.
Dúvida
Posso escrever um livro agora
Mas não sei se alguém quer ler
Mas o escritor já nasce falido
Se pensar que ninguém vai te querer
Isso envolve fé e amor
Que todo poeta traz no coração
Ou será que na verdade
Ele só carrega uma ilusão
Ilusão com certeza existe
Porque difícil é a sua missão
Plantar uma semente de amor
Através da poesia, em um coração
Como acessar o coração do outro
Que tão reservado ele está
Só enxergo um caminho
Que neste verso vou revelar
O coração com o coração se paga
Não existe outra moeda ali
Então te dou meu coração pela poesia
E você me diz: Ok já senti.
Mas não sei se alguém quer ler
Mas o escritor já nasce falido
Se pensar que ninguém vai te querer
Isso envolve fé e amor
Que todo poeta traz no coração
Ou será que na verdade
Ele só carrega uma ilusão
Ilusão com certeza existe
Porque difícil é a sua missão
Plantar uma semente de amor
Através da poesia, em um coração
Como acessar o coração do outro
Que tão reservado ele está
Só enxergo um caminho
Que neste verso vou revelar
O coração com o coração se paga
Não existe outra moeda ali
Então te dou meu coração pela poesia
E você me diz: Ok já senti.
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